"Este site é dedicado à você, mulher, que está passando, passou ou ainda irá passar por uma separação. Venha rir conosco, e descubra que a vida nada mais é do que um filme, você escolhe se vai ser um drama ou comédia."
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sexta-feira, 15 de abril de 2011

MAIS UMA NOITE SEM SONO

Enquanto estou aqui na net, sem sono, logo penso...

Bom, estamos separados, ele fala que me ama, mas tem suas necessidades físicas, logo: Bater uma debaixo do chuveiro e cama! Mulheres não são assim, tem sentimentos. Não quero dizer que homens não os tenham, mas sabe, eles são bons ao lidar com eles, deveriamos tentar fazer o mesmo. O problema é que quando uma mulher tenta mostrar-se forte, independente... logo é taxada de sapata, mesmo que não seja, no meu caso não tenho nada contra, e as vezes queria muito ter seguido esse caminho, but... certos predicados do corpo masculino fazem muita falta na hora do vamo ver, logo... sou hetero!

Aqui onde estou, está calor, mesmo após dois dias chuvosos... Sabe o que aconteceram nestes dois dias chuvosos? Uma noite maravilhosa de sexo, com aquele que é praticamente meu novo ex, pois é... Marmitinha! Mas não me senti assim, porque por um lado, eu estava usando e abusando mesmo!

Não é só os homens que tem suas necessidades... Nós também as temos! Porque vivemos num mundo tão hipócrita que não nos permite ser humanas? Quem viu o twitter hoje, percebeu que estou inspirada/revoltada.

Na verdade estou sem sono, pq dormi a tarde inteira, e isso porque??? Lhes digo porque! Porque após uma noite maravilhosa, e um dia perfeito, eu simplesmente fui conversar com uma amiga no msn no horário em que ele se pré-dispos a fazer a janta, claro, eu ajudei e muito nessa tarefa de "hercules" dele, mas... Não foi o suficiente ir até o mercado, pagar a conta, ajudar na cozinha... Tinha que estar grudada com ele o tempo inteiro, quem sabe, pindurada em seu membro sexual, balangando, e achando tudo lindo. A pessoa não entende que a vida segue, e que tudo seguiria um rítimo normal.

Imagine, eu esperei o dia inteiro uma resposta dessa amiga, e sabe, quando estou envolvida em uma causa nobre, costumo mesmo a me isentar de qualquer futilidade, e aquilo para mim era muito importante... Então durante o jantar que ele fez questão de convidar uma amiga em comum que está passando por uns maus bocados, ele fez questão de durante a conversa me alfinetar. Sim... Ele fez questão de jogar nossa "briga" na mesa de sobremessa para a nossa "visita". Como uma lady,  simplesmente o informei que o que era dele, estava guardado para um outro momento.

Visita vai embora, anfitriões retornam à seus aposentos, e em tom claro, com voz firme, disse-lhe o seguinte: "-Olha, nossos problemas, são nossos e de mais ninguém, se quizer conversar comigo sobre suas insatisfações, não faça isso na frente da visita que nada tem haver com o problema..." - Bom, resumindo a prosa foi nesse nível, e ele não respondeu nada, simplesmente pegou seu notebook, colocou em sua mochilinha sebosa e retornou à casa de mamãe. Ou seja... Ele dormiu comigo, passamos um dia perfeito, até pensei que poderiamos reatar dali, mas receosa, disse que era apenas um namoro. E o que o bonito fez? Cagou no pau, literalmente.

Meninas... Uma coisa eu tenho que lhes dizer... Quando o homem começa a ter mais frescuras que uma mulher num relacionamento, começa a se magoar mais, a dar chiliques, é caso de se repensar! E é o que eu estou fazendo, repensando mais uma vez nesse relacionamento com a reencarnação da Tia Anastácia.

Desejem-me sorte, pois preciso!

Beijos!!!

P.S.: Toda vez que chegava perto do orgasmo, ele parava... PQP!!! =S

quarta-feira, 23 de março de 2011

GERALZÃO DA GRAVIDEZ

Um mundo idiota de uma adolescente mais retardada ainda... Uma criança esperando outra, e ainda achando lindo o fato de estar prenha do "amor" de sua vida. Ai, eu juro, que se existir reencarnação ou eu venho homem ou eu esteja decidida a não namorar antes dos 22anos! Porque pra ser sincera pra vocês, eu fiz cagadas até mais ou menos os 21 anos... Santa imaturidade!
Agora se não existir nada de segunda chance, eu caguei feio na única! =S

Como sempre tive problemas psicológicos, daqueles de ter que chamar atenção desde que meu irmão mais novo nasceu, eu estava feliz com a situação, não é mesmo? Comida na cama, mãe disponível 24h, namorado trabalhava, voltava e vinha ficar um pouco comigo em casa... Era tudo uma beleza! A escola, eu não fui mais até o meio do outro ano! Eu simplesmente fazia trabalhos em casa, que meu namorado pegava para eu fazer e levava devolta. Fala sério! Sera uma vida de pacha...

Ai começaram os enjoos, as vontades, e toda essa frescuraiada que vocês já sabem como é ou já ouviram falar. Eu comia e nada parava no meu estomago, tomava dramin aos montes, e dormia praticamente o dia inteiro... Nossa como eu sofri com enjoo! Depois do quarto mês passou, mas o fato mais engraçado era que eu queria por que queria ter barrigão assim logo de cara. Então... eu comecei a criar banha, no lugar da barriga, quando comecei o pré-natal, a médica já estava de olho no meu peso, até que em uma consulta, ela apertou a minha barriga e me mostrou aonde o utero tinha chegado, depois apertou o resto e falou: "Isso aqui é banha, bora caminhar, e manerar na dieta!" - É... se pensa que é fácil? Mas agradeço à Deus por ter tido essa G.O.* na minha vida, porque ela me me ajudou muito em todos os sentidos.

Depois vieram os chutes, aquela época que sua barriga parece uma bola de cristal, redonda e todo mundo colocando a mão, parece que é mágico! Na verdade tem sua mágia sim, gerar uma criança é um fato extraordinário, que só nós mulheres poderiamos fazer mesmo. Então, na fase da barriga bola de cristal, eu estava bem até, só apertou mesmo no final da gravidez, o bebê já tinha ocupado o lugar do meu estomago, e com isso sentia uma puta asia!

Ha pulei uma parte, importante! O meu queridíssimo namorado responsável, no segundo dia que soube que eu estava grávida, já apareceu com a primeira roupinha... Na boa, é lindo, mas pode ser traumatizante tb, então tenham muito cuidado com isso, inclusive os homens que estão lendo o blog, aconselho a comemorar a gravidez e espalhar a notícia, só depois do terceiro mês, que é certeza, pois já passou a fase de risco. Hoje eu conversei com uma outra amiga, essa recém casada... Eles (o casal) todos animados com o primeiro bebê, ela de 3 semanas, compraram as roupinhas, e oq aconteceu? Ela perdeu! Geralmente isso é tão comum, que tem médicos que falam que existem mulheres que nem sabem que estão grávidas, perdem, e nao percebem por causa da proximidade com o dia da menstruação e tudo mais. Agora essa minha amiga faz oq? Olha para as roupinhas e chora... Nossa isso é péssimo! Não é ser pessimista, só realista, a mulher fica tão sensivel com essas coisas, que do nada pode desencadear uma depressão. Prestem atenção!

Saindoooooooooo da parte ruim, a parte também não tão boa, é que a médica optou por uma cesárea, que não foi legal, porque o bebê estava em condições de nascer numa boa, na posição certa e tudo mais... Porém convênio médico, se já viu, ai falaram com a minha mãe, eu já tinha 18 anos, porém, ela decidia minha vida, se duvidar decidi até agora algumas coisas. (Um dia tenho que contar da minha mãe, ela é terrível! rs...). Voltando ao assunto, marcaram uma cesárea e eu entrei em pânico! Pensa numa pessoa que nunca, mas nunca, fez um corte que precisasse levar ponto, que morria de medo dessas coisas, e tinha pavor de pensar que ia ser aberta que nem uma melancia em dia de ano novo.

Mas entrou nê? Tinha que sair! Foi respirar fundo e marcar a data... A consulta foi dia 1º de Julho, a cesárea marcada para o dia 2, ou seja surtei! Enfim, tudo deu certo, o bebê nem tinha descido ainda, ele poderia ter ficado mais umas duas semanas lá, ele tinha esse prazo, mas foi retirado antes, e das minhas costelas praticamente! mas foi uma sensação única na vida, no meu caso nem tanto pq tive dois filhos, mas são momentos como este, que a mãe consegue chegar mais perto da divindade, pelo dom que tem da criação.

Deixa eu parar, se não daqui a pouco vou começar a chorar e blablabla... Fazer poemas do tipo "mamãe querida", tudo bem, deixa isso para o dia das mães! Até o próximo post!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Minha Vida

É gente, eu tentei...! Mas vou começar de antes para vocês verem o que pais que não conversam com seus filhos podem ocasionar na vida de um ser.
Bom, vou abrir minha vida para vocês... Alguns trechos vai parecer comédia, mas se parecer e vocês rirem, eu ganhei meu dia! Na verdade, hoje para mim é tudo uma grande comédia, talvez eu não leve a vida tão a sério, talvez eu seja uma tonta desmiolada e sonhadora, mas enfim... sou mulher, isso me basta!
Menina, que quase nunca saia de casa, todos os domingos ia à igreja, cheia de tabus criados e impostos por mamãe e neuras e traumas do papai... Essa era eu, em casa. Sofria com um pai alcoólatra, e uma mãe histérica, ambos tinham seus defeitos, mas eram e são excelentes pais, muito melhores hoje, é claro, porém tentaram da melhor forma me dar tudo o que queria, e aplicar as mesmas rédeas que seus pais os impuseram um dia. Investiram no meu dom, sempre apostaram nos meus talentos, sempre me encorajaram, pagaram cursos, investiram. Disso não tenho o que reclamar! Mas minha mãe, por ser a típica dona de casa, que não saia para nada além de pagar uma conta ou outra, e quando enfiava a cabeça numa religião, sai de baixo! Era muito “bitolada” nessas coisas, a típica fanática.
Guarda roupa em casa: Calça ou bermudão, sempre na linha do joelho, camiseta ou blusinha de manga, barriga nunca a mostra, decote de jeito nenhum.
Adolescente criativa e dinâmica, porém que não conseguia ficar parada na sala de aula, repeti a quinta série, minha mãe só descobriu na oitava... Era líder do grêmio, falava com todo mundo e com todos, chegava à escola, e ia trocar de roupa no banheiro, bipolar? Não, só não queria decepcionar meus pais, achava que minha mãe já sofria demais com as bebedeiras do meu pai, e meu pai sempre trabalhando muito e ficando bêbado nas horas vagas, não tinha muito tempo para mim, tinha vezes que eu o via entrar em casa, dormir umas 6 horas e voltar para o trabalho, apesar disso eu o admirava demais por essa garra, e queria ser como ele quando crescesse, por outro lado, nunca sonhei parecer com minha mãe, a achava submissa demais e entregue a uma vida sem perspectivas de evolução para ela como pessoa. Nessa, eu vivia meu mundo a parte, não era autista também! Simplesmente, dividi meus mundos conscientemente, tentando “agradar a gregos e troianos”, ser popular na escola, era tudo o que eu mais curtia nessa época.
Bom, para ser popular, eu menti muitas vezes, menti sobre minha primeira vez, e ainda dei méritos a um idiota que curtia na época, e ele como um bom menino virgem, afirmou que tinha mesmo consumado o fato! Então... Eu era a penúltima das minhas amigas da época a perder a virgindade, porém, o fato de ter mentido não me tirou do ranking, pois a que perdeu por ultimo, só fez isso com 21 anos, e eu fiz com 17! Ou seja, 4 anos depois ela descobriu o sabor da fruta... A primeira de nós perdeu com apenas 12 anos, fruto de pais separados que não lhe deram atenção nenhuma e a deixaram a deriva no mundo durante a adolescência.
Para ter uma vida “animada” eu mentia muito na escola, e para ter uma vida pacata em casa, mentia mais ainda. Vivia em conflitos internos, com medo de meus pais descobrirem minhas mentiras, o desvio de dinheiro que fazia para ter mais e mais coisas fúteis, ou as saidinhas encoberta por amigas, para beber, ficar com algum garoto (ficar é só beijar!) ou fumar cigarros de cravo ou cereja. Minha cabeça vivia a “milhão”, não tinha paz de espírito, era perturbada, em busca de ser boa para todos, de ser a melhor na igreja, a melhor na escola, a melhor em casa, me cobrava demais.
Como disse, na oitava série minha mãe descobriu que havia reunião de pais todos os semestres, e que eu tinha repetido o ano. Descobriu também que quase não ficava na sala de aula porque tinha um namoradinho na escola, ele já estava no colegial, e eu na oitava série. A professora de matemática, de nome Rachel, disse a minha mãe que ele era um “maconheirinho” e que eu era uma boa pessoa, mas não me aplicava nos estudos como devia, mas que ela ia me vigiar... Rapidamente contornei minha mãe, falei que a professora havia me confundido e que eu não tinha namorado algum, na verdade eu tinha, e ele era mesmo maconheiro, mas eu só percebi isso quando terminei com ele, um ano depois praticamente. É às vezes sou muito tapada! Quando apaixonada, era quase sempre.
A vida seguia, uma mentira de peso “mor” tinha sido eliminada, mas as pequenas continuavam... Eu era quase a virgem Maria porque até gravidez psicológica sem ter dado uma eu tive. Era incrível o poder da minha mente, não era a toa que desde sempre quis ser publicitária. Mas a igreja muitas vezes me fez ter sentimentos bons e querer mudar de vida, porém quando mudava de ambiente, era inevitável, aquela adolescente impulsiva e desvairada surgia com toda sua força e saia para a festa! Não senhoras e senhores, não era uma pomba gira, era apenas uma versão “popcrazy” da minha pessoa.
Enfim, como eu só podia namorar após meus 16 anos, e de preferência ou obrigatoriamente com alguém da mesma religião, eu fui pesquisava na igreja algo interessante, mas sinceramente, só achava tranqueiras lá, piores do que eu achei fora, aliás, meus namorados de fora muitas vezes deram um baile de bom comportamento em muito menininho de igreja. Mas, um dia apareceu um ser em minha vida, não sei aonde eu vi beleza, talvez na desenvoltura da pessoa, mas isso explico no próximo post! ;)